– reforma

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Hora: 18:42 – Ouvindo: Bastille – Bad Blood

Olá. Quanto tempo. Sim, faz meses. Meses desde que olhei para o teclado e meus olhos turvaram perante minhas lágrimas confusas e conturbadas. Não, eu mal entendia o que queria dizer naquele último post. Sim, eu sentia muita dor e senti durante um bom tempo. Se você me perguntasse se eu passei esse tempo todo sem escrever por que estava me recuperando, eu responderia que não. Eu passei esse tempo todo sem escrever por diversos motivos. Eu não usaria a palavra curar para o que passei. A gente nunca se cura de verdade, né?

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– melhor tiro

Archery Statue

Hora: 11:25 – Ouvindo: Ed Sheeran – Sunburn

Tem dias que quero escrever aqui e tem dias que sei que vou escrever aqui. Hoje é um dos dias que eu acordei sabendo que viria descarregar aqui. Tanta coisa aconteceu. Mais um mês. Mais um nome. Mais uma ferida. E uma das grandes agora. Cara… Sei lá, eu acho que eu sou o responsável por arruinar toda relação que tenho, seja ela social ou amorosa. Eu sinto que sempre incomodo ou sou apenas levemente aceito. Eu sinto que sou trocado muito fácil.

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– cartas

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Hora: 12:42 – Ouvindo: The Cranberries – Just My Imagination.

Eu estou calmo. Isso está me assustando. Eu nunca fico tão calmo assim depois de uma tempestade. Eu nunca me comporto. Nem lágrimas agora porto. Essa tranquilidade tem me encabulado. Sabe, muita coisa se escondeu em mim em cinco cigarros. Pois é, cigarros. Cinco cigarros e eu deixei a ansiedade, medo, frustração, desespero e ciúme irem embora. Um cigarro para cada. Cada um literalmente virou fumaça e se esvaiu. E ficou essa tranquilidade que me deixa inquieto. Eu estou bem, caramba! Mas, como assim?? Eu acho que me apego e desapego muito fácil.

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– o pássaro

sad bird

Hora: 16:17 – Ouvindo: Ed Sheeran – One

Fechado. Trincado. Arranhado. Assustado. Marcado. Sentimentos embaralhados e mergulhados em lágrimas ruivas. Lavados e ainda manchados com a tenebrosa sujeira de um golpe cruel. Brilho esvanecido. Sorriso vencido. Olhares medidos. Coração entorpecido. Tuas asas presas por ti com medo de um novo voo em direção ao desconhecido ao qual tu voou e caiu, um voo do qual te derrubaram. Tua penugem tão bela, tão rica em cores, tão maravilhosa… Agora encharcada e oscilante entre cores de cinza e negro. Continuar lendo

– procura-se

where are you?

Hora: 00:36 – Ouvindo: Lana Del Rey – Dark Paradise

Meus olhos pesam. Meus sonhos transbordam. Minhas esperanças pendem. Sabe, a vida está boa. Definitivamente, boa. Tranquila. Tenho me tornado amigo de várias novas pessoas e muitas delas desempenham um papel em minha vida que nem elas mesmas imaginam. Mas… Não sei… Falta algo. Sabe aquele cheio que você sente dentro de si quando tudo está tão vazio ao mesmo tempo? O cômodo mais especial do meu coração tem estado desabitado há um longo tempo já. Aqui e acolá alguém pensa em bater na porta dele – ou imagino que irão bater – mas estão apenas passando. São apenas transeuntes. São apenas passageiros da vida. Aquelas velhas perguntas têm me voltado e revoltado a mente por esses dias. Continuar lendo