– antigo poema

Hora: 20:32 – Ouvindo: David Archuleta – Crush

Ok, outro post que não é bem do meu tipo, mas fiz uns poemas há algum tempo atrás e quase os perdi no meio da bagunça do meu quarto. Não, eu não sou nenhum poeta – na verdade passo é longe de ser um -, mas fiz esses dois num período em que eu estava de fato apaixonado – ferido e magoado, mas apaixonado. Como eu já disse, não sou poeta e nem sei se são bons poemas, mas pra mim eles parecem bons e expressam com veemência o que eu estava sentindo no momento. Era um momento de negação do que eu sentia, tentava me acostumar com a idéia do ‘não-te-ter’. Toda vez que os leio, posso sentir o quanto eu sangrava naquela época por um amor não-correspondido. Então, vamos a um dos tais:

Para Te Exorcizar
  
E foi-se o tempo do garoto apaixonado
De todo o amor que eu por ti tinha
Não digo que não sobrou nada
Mas não chega aos pés do que eu já tinha amado.
  
Me cansei de teu sarcasmo, desprezo
O escárnio que de tua boca sai
Já não me cai como um peso,
O oposto, ao chegar ao meu ouvido, rebate e cai.
 
E se queres que esse amor morra
Eu te digo: Não sofrerei por ti
E peço a Deus que esse amor outra vez jamais ocorra
Por que sobrevivi, pelo amor não morri.
Essas palavras me saem do coração
Ferido, triste e magoado
Pelo que fizeste comigo quando assassinaste essa paixão
Deixando-me no chão sozinho com o peito dilacerado.
Mas estou aqui! Escrevendo não por ti,
Mas por que precisava exorcizar o resto do que te amei
Para esquecer-te por vez
Por que sei, se mais uma vez te amar, sei, morrerei.
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