– referência

Hora: 12:37 – Ouvindo: Everything’s allright – Plus 44

Na verdade eu  não sei o que quero escrever. Depois de um bom tempo, é dificil voltar a  antiga rotina. É dificil falar sobre as mesmas coisas de antes, por que essas coisas de antes foram modificadas e transformadas em outras. Então como transformá-las no que eram originalmente? Esse sentimento misto de certeza e dúvida está me machucando. Porém, o que machuca mais: esse sentimento ambiguo ou a provável decepção que eu teria no futuro se não tivesse feito isso?

Não é por mim! É simplesmente por ela! Não haveria como o namoro sobreviver entre o emprego, universidade e trabalhos da mesma! Eu seria ausente, cruel e completamente ausente! Por isso escolhi isso, preferi terminar. Terminei enquanto tudo estava bem, terminei antes que a fadiga começasse, antes que a obrigação nos abraçasse, antes que a frustação, ciúmes, raiva e tristeza transformasse nosso namoro. Terminei por não querer ver o fim trágico de algo que foi tão belo em minha vida. A coisa mais bela que já me aconteceu, a coisa pela qual serei eternamente grato, mesmo que ela jamais queira falar ou olhar na minha cara outra vez!

Sei, sei, posso estar sendo prático (pragmático, como um amigo me definiria), mas é por nós – e mais especialmente por ela. Eu não aguentaria vê-la chorar pela minha falta, sendo que eu não poderia fazer nada para remediar isso. Eu não suportaria a idéia de que eu estava deixando ela de lado – mas sei que é exatamente isso que estou fazendo, contudo dessa forma é diferente. Ela sempre será minha referência de verdadeiro amor, de companheirismo, de pessoa certa pra se viver junto até a morte.             

Eu não queria que fosse assim. Eu não queria ter que enfrentar esse dilema. Eu não queria ser o responsável e ser o porta-voz disso tudo. Por mim isso não aconteceria. Eu ainda a amo demais e me dói como vidro correndo pelas veias dizer isso tudo! Muitos devem me julgar fraco, covarde e medroso, não peço que me entendam, pois nem eu me entendo muito bem.

Foi apenas necessário.       

“Oh,  please tell me that you’re allright. Yeah, everything’s allright. ” (♫)

Yes I’ll be just fine.

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